PT: Elevada sobre a falésia, a Quinta Vigia não é apenas uma construção; é um símbolo de história e de governo. Enquadrada por este portal natural de folhagem e pelas imponentes buganvílias que pintam a rocha de púrpura, a residência oficial do Presidente do Governo Regional da Madeira vigia o porto do Funchal com a elegância de séculos passados. Um local onde a diplomacia e a natureza se encontram, refletindo a resiliência e a beleza da nossa autonomia.
GB: Perched high upon the cliff, Quinta Vigia is more than just a building; it is a symbol of history and governance. Framed by this natural canopy and the stunning purple bougainvillea draping the rockface, the official residence of the President of the Regional Government of Madeira overlooks Funchal’s harbor with centuries-old elegance. It is a place where diplomacy and nature meet, reflecting the resilience and beauty of our autonomy.
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Uma esplanada flutuante com vista para a cidade do Funchal. É isso mesmo que aquela parte posterior do navio AIDAsol proporciona aos seus passageiros para retemperarem depois de visitarem a cidade e a ilha.
As grandes e frondosas árvores que vemos atrás, assim como aquela casinha de prazeres muito mal aproveitada, fazem parte da Quinta Vigia, onde está o presidente do Governo Regional.

Os jardins da Quinta Vigia, antiga Quinta das Angústias, continuam bem cuidados. Como sempre. No entanto, com o novo Governo foram introduzidas duas alterações que considero terem sido um passo atrás.
Em primeiro lugar, passou a custar 1€. Não é pelo valor que se deixa de visitar o jardim que antes tinha entrada gratuita, mas pela decisão que trava as entradas pela obrigação de ir pagar aquele montante. E, além disso, creio que o dinheiro arrecadado talvez nem dê para alimentar as aves do jardim. Mas são decisões.
Em segundo lugar, há outra coisa pior. Antes, a entrada fazia-se seguindo sempre em frente, passando pelo acesso ao edifício onde está o presidente do Governo Regional. Agora, esta passagem está vedada ao público.
O acesso ao jardim, aos pagantes, faz-se por um caminho à esquerda da entrada na quinta, que até nem é feio. O problema está no final, num improvisado caminho em que é necessário passar de placa de cimento em placa de cimento, o que, em dias de chuva como o que estava no dia em que fiz esta fotografia, a terra quase se confunde com as placas e ficamos com os sapatos sujos. Não é um acesso digno de um espaço daqueles mesmo em dias em que não está chuva, que, felizmente, não são tão frequentes na Madeira.






