Capela de São Paulo continua abandonada



O que aqui mostro é a Capela de São Paulo que continua à espera de mão divina para que volte a receber a dignidade que perdeu com o seu abandono.

a praia que encanta



Este quadro foi congelado na Praia Formosa. Pouco há a dizer acerca do que a fotografia evidencia, com uma praia de calhau misturada com areia preta. Uma rocha cria harmonia com o mar que se espraia sem pressa. Não de ter um encanto especial.

um museu cheio de encantos




O Museu Quinta das Cruzes tem o condão de ser um dos mais visitados da ilha da Madeira. É um edifício com história, com muitas histórias e coleções para mostrar e um jardim que encanta.

uma estátua que me deixa interrogações



Estátua dedicada a Francisco Sá Carneiro, primeiro-ministro de Portugal, que faleceu num acidente/atentado de avião em 1980. Nunca percebi porque a Madeira tinha dedicado um espaço tão nobre ao político que ainda por cima tem uma Avenida com o seu nome, que segue a esta rotunda onde está ao centro. Reconheço que terá sido um grande estadista mas nem esteve no cargo um ano, em 1980, e a grande conquista da Madeira, a sua autonomia política e administrativa aconteceu em 1976.
Ainda por cima, embora seja bonito para o enquadramento da fotografia, este verde alto das plantas tapa a explicação do que é aquele busto. Seja como for estaria numa zona de acesso condicionado e, por isso mesmo, pouco explicativo.
Veria muito mais agrado neste lugar a estátua do nosso eterno Max, que está esquecido na Zona Velha da cidade do Funchal.

Rua Tenente Coronel Sarmento



A Rua Tenente Coronel Sarmento onde existe uma área residencial, algum comércio, escolas e ainda as instalações da Polícia Judiciária.

Club Med 2 à vela para atravessar o atlântico



O Club Med 2 esteve há umas semanas no Funchal. Partiu calmamente e rodou para oeste. Infelizmente, quando estava mais próximo do Porto do Funchal não tinha içado as velas. Só mais tarde, quando já deveria estar a passar próximo do hotel The Cliff Bay é que reparei que as tinha. Fiz um grande zoom e o resultado é este quando o iate de cruzeiros velejava em direção ao outro lado do atlântico.

vistas que encantam



Nesta fotografia obtida a partir da Pontinha, vemos na sua cor inconfundível, amarela escura, o Forte de São Tiago. À direita ainda vemos uma parte do Complexo Balnear da Barreirinha. E, à esquerda da igreja do Socorro, está o hotel Quinta Bela de São Tiago, de quatro estrelas. Além do conforto e qualidade da unidade permite desfrutar de uma vista soberba para a cidade e baía do Funchal.

quadro natural



Existem fotografias que escrever acerca delas distrai. De qualquer forma,  uma nota apenas para esta foto que registei de uma casa na Rua Nova de São João para referir as pujantes buganvíleas, as bananeiras com os seus cachos de bananas e as estrelícias que se vêem timidamente no seu laranja entre o verde predominante.

um imenso mar para contemplar



O Design Centre Nini Andrade Silva tem uma localização privilegiada no Porto do Funchal. Fica num ilhéu, na Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição. É um amplo espaço com restauração, exposições e loja. A juntar a tudo isto temos a vista em toda a volta, como neste caso, para sul, para imenso mar. A norte está a vista para o anfiteatro do Funchal.

lado a lado



Registei esta fotografia há algum tempo. Acho graça à navegação lado a lado entre o iate e o barco dos pilotos. Este quadro acontece constantemente por estes homens do mar quando chega e sai um navio do Porto do Funchal. Neste caso, é o iate Yersin que deixa a Madeira onde esteve durante algum tempo.

o xavelha e o AIDAprima


Hoje está de regresso ao Funchal o navio de cruzeiros AIDAprima, que vemos aqui atracado no Porto do Funchal, naquela que foi a sua primeira escala à Madeira, há precisamente uma semana. Fiz esta fotografia numa base muito ondulante a ameaçar um mergulho no mar que, apesar da altura do ano, está com temperaturas bem amenas. E tudo para enquadrar o elegante paquete da Aida Cruises com um típico barco Xavelha da nossa ilha.
Curiosamente, apercebi-me mais tarde que também tinha registado um dos barcos que diariamente levam os turistas a ver os cetáceos no litoral sul da ilha. Talvez até estivesse com passageiros do AIDAprima.

lazer à beira-mar



Em primeiro plano vemos o restaurante Beerhouse que carateriza pela produção própria de cerveja. Logo a seguir estão as marinas do Funchal divididas pelo cais da cidade.
Com aquela mancha verde chegamos à Praça do Povo, um nome infeliz a fazer lembrar os países comunistas, e, lá ao fundo, a zona velha, com o hotel Porto Santa Maria e o Forte de São Tiago.

Independence solta as amarras e liberta-se



O navio de cruzeiros Independence of the Seas deixa o Porto do Funchal, depois de uma escala que, geralmente, é muito curta com este gigante dos mares.

vistas para o hotel Quinta das Vistas

O hotel Quinta das Vistas, lá no alto do monte, proporciona uma vista soberba para a cidade do Funchal. Em primeiro plano podemos ver os espaços exteriores da Fortaleza de São João Baptista do Pico.

a cidade e a sua arquitetura



A cidade do Funchal vai do mar à serra. Nesta fotografia sobressai, pela sua altura, o edifício de apartamentos conhecido como prédio da caixa. É uma edificação dos anos 60 que ainda se mantém atual.
Mais acima vemos uma ponte que passa sobre o Caminho do Comboio. Faz parte da via rápida que segue em direção a leste. E subindo mais um pouco temos a igreja do Livramento, com uma arquitetura desenquadrada.

dois paquetes um postal


Valeu a pena. Apenas com a ideia de fotografar o AIDAprima, que nesta segunda-feira fez a sua estreia na Madeira, a aproximação do Mein Schiff 4 (o primeiro da esquerda para a direita) foi um motivo para aguardar a sua chegada e juntar estes dois magníficos navios de cruzeiros no Porto do Funchal. Atrás dos dois paquetes vemos ainda o navio Lobo Marinho, da Porto Santo Line, que liga todos os dias a Madeira e o Porto Santo com viagens confortáveis.

pulmões verdes da cidade



A cidade do Funchal bem pode orgulhar-se de ter muitos pulmões verdes, como este que registei na freguesia do Imaculado Coração de Maria, perto da igreja. Sobressai no verde uma árvore em flor com tons rosa.

a Sissi continua a passear nos jardins



Depois da estátua de João Gonçalves Zarco, localizada no passeio central da Avenida Arriaga, esta, da Sissi, implantada nos jardins do hotel Pestana Casino Park, que vemos à direita, será das mais enquadradas nas objetivas dos turistas que visitam a Madeira. É uma estátua em bronze, em tamanho natural. Além da homenagem à imperatriz Elizabeth Amállia Eugénia de Áustria, pretende igualmente tornar mais conhecida a sua passagem pela Madeira, bem como perpetuar a sua lembrança.

a cidade despida



Este trabalho, representando o Funchal em alta definição, esteve patente no átrio da Câmara Municipal do Funchal para melhor evidenciar a cidade. Foi durante o período de revisão do Plano Diretor Municipal do Funchal. Por aqui se vê a irregularidade do solo encimado por montanhas rasgadas pelo tempo, com uma base mais harmoniosa junto ao mar.

à espera do hotel Choupana Hills



As casas que vemos pinceladas nestas serras são do premiado hotel Choupana Hills, que viu arder o seu coração nos incêndios de verão de 2016. Desde então encerrou as portas que já não tinha no edifício principal e aguarda uma solução que tarde em surgir. Era um hotel único caraterizado pelas suas casas harmoniosamente dispostas onde ficavam os quartos da unidade de cinco estrelas.

a Madeira tem o 3.º maior registo de navios da Europa



O navio de cruzeiros Astoria sai calmamente do Porto do Funchal. Navega com o nome Madeira escrito na popa. Um pouco mais acima está a bandeira de Portugal. O navio pertence à Portucasle Cruises, que o fretou à Cruise & Maritime Voyages.
A razão de ter o nome da ilha da Madeira e a bandeira portuguesa reside no facto do navio estar no Registo Internacional de Navios da Madeira, que integra o Centro Internacional de Negócios da Madeira. É um registo de navios português que tem a particularidade de ser o terceiro maior da Europa.


um nascer do sol que encanta a cidade



A manhã começa a iluminar a cidade com a sua luz de encantar.
Em primeiro plano temos a igreja que integra o secular Convento de Santa Clara. E, mais adiante, encontramos dois grandes navios de cruzeiro atracados no Porto do Funchal, em concreto, o imponente Britannia, à esquerda, e o Celebrity Eclipse.

o hotel Belmond Reid's Palace



O hotel Belmond Reid's Palace tem uma localização privilegiada na cidade do Funchal, com frondosos jardins e um acesso peculiar ao mar da baía.

a janela de Colombo na Quinta Palmeira



Esta fotografia dos jardins da Quinta Palmeira, foi obtida a uma grande distância, só possível com um zoom potente. Ao longe, esta janela manuelina que se encontrava no edifício João Esmeraldo, onde se pensa que Cristóvão Colombo tenha vivido, apenas é notada conforme o sol bate.

A Quinta Palmeira situa-se acima da Rua da Levada de Santa Luzia e pertence aos herdeiros de Jimmy Welsh. Nela sobressaem os majestosos jardins de elevado interesse botânico, as árvores de grande porte, a vista soberba para a cidade, e a própria quinta madeirense.
A quinta também teve problemas com os incêndios do verão de 2016.


uma vista diferente para a Rua Ivens



Não é nenhuma prisão, antes uma opção arquitetónica que os arquitetos que projetaram este edifício para o Grupo Blandy. Foi aplicado no empreendimento que construiu há alguns anos nos terrenos contíguos à Madeira Wine Company. Compreende apartamentos e zona comercial, com o centro comercial Galerias São Lourenço, do qual faz parte esta imagem, vista do primeiro andar dos estacionamentos públicos.
A artéria rodoviária que vemos à frente é a Rua Ivens. Pode ver-se ainda, à esquerda, a parte norte do Jardim Municipal.

história abandonada na cidade



Vista lateral da Fortaleza de São João Baptista do Pico que continua a aguardar um caminho que avive a sua história e a faça encher de vida. Presentemente está encerrada. O Governo Regional tudo fez para que o imóvel ficasse para a Região Autónoma da Madeira, o que aconteceu com a saída da Marinha. Mas depois fechou. Até agora.

a Estação do Pombal do antigo comboio



A antiga Estação do Pombal. Sim porque a cidade do Funchal teve um comboio que subia desde esta estação ao Terreiro da Luta, lá em cima, no Monte, onde as casas acabam. E depois descia. Os primeiros lanços entraram ao serviço em 1893 e 1894.
No entanto, só a 24 de Julho de 1912 o comboio chega ao Terreiro da Luta, a 850 metros de altitude. Nessa altura, tinha uma extensão de 3.911 metros.
O comboio era servido pelas paragens: Pombal, Levada de Santa Luzia, Livramento, Quinta Sant’Ana (Sant’Ana), Flamengo, Confeitaria, Atalhinho (Monte), Largo da Fonte, e Terreiro da Luta.
Naquele mesmo dia 24 de julho, é inaugurada a estação do Terreiro da Luta, o Chalet Restaurant-Esplanade,um restaurante panorâmico, com capacidade para 400 clientes, explorado pela própria Companhia do Caminho-de-Ferro do Monte. Este edifício ainda existe e é utilizado para festas.

A Companhia do Caminho-de-Ferro do Monte não teve vida fácil. Lutou contra grandes dificuldades financeiras. Não conseguiu reunir capitais suficientes para substituir o material circulante, que mostrava graves sinais de desgaste. Diz-se mesmo que a situação levou ao acidente de 10 de setembro de 1919, quando se deu uma explosão na caldeira de uma locomotiva, na altura em que o comboio subia em direção ao Monte. Resultaram 4 mortos e vários feridos, entre os 56 passageiros. Devido ao desastre, as viagens foram suspensas até 1 de fevereiro de 1920.
A 11 de janeiro de 1932, acontece novo desastre. Desta vez, por descarrilamento. A partir de então, os turistas e os residentes afastaram-se do caminho de ferro.

A II Guerra Mundial trouxe estancou o turismo e a companhia entrou em crise.
Outro fator que contribuiu para o declínio foi a construção de estradas.

Assim, em abril de 1943 dá-se a última viagem do comboio. Logo depois é desmantelada a linha.
Apesar das condições precárias em que opera nos últimos anos, o caminho de ferro ainda atraía passageiros, especialmente os habitantes locais, que após o encerramento ficaram sem meios de transporte.


A 16 de novembro de 1948, a Gazeta dos Caminhos de Ferro transcreveu uma notícia do jornal Eco do Funchal, onde se reporta que tinha sido vendido o Caminho de Ferro do Monte.
O material foi vendido a um preço quase irrisório, segundo a opinião da altura, enquanto que as antigas instalações foram deixadas ao abandono.
Parte do material resultante do desmantelamento, nomeadamente os carris, foi para a sucata e parte foi utilizado na reparação do Elevador do Bom Jesus, em Braga.

Vídeo Mapping vai dar vida à fachada do Câmara


Esta fotografia foi feita ontem à noite. Aproveitei os ensaios para o espetáculo de Vídeo Mapping que esta noite vai acontecer na Praça do Município e click. Estavam poucas pessoas, mesmo poucas. Os carros que passavam abrandavam surpresos para ver aquela projeção inédita na fachada principal da Câmara Municipal do Funchal, que promove o evento.
Trata-se de uma técnica de projeção de vídeo que utiliza as fachadas dos edifícios como tela, criando ilusões de ótica e noções de movimento em objetos estáticos, acompanhadas de efeitos sonoros e luminosos.
Vão ser duas sessões, hoje e amanhã, com a duração de 12 minutos e, em ambos os dias. Serão continuamente projetados entre as 21h30 e as 23 horas.  
O espetáculo, assente em imagens em 3D, vai contar a história do município, abordando episódios do presente e mostrando a ambição do que deve ser o Funchal no futuro.
A diáspora e as cidades com as quais o Funchal é geminado também não foram esquecidas.
A intenção é que os espetadores sejam conduzidos numa viagem no tempo, que pretende deixá-los orgulhosos de si próprios e da sua cidade.
A icónica estátua de João Gonçalves Zarco, presente na Avenida Arriaga, terá um papel central, e vai ganhar vida através de um ator virtual, que será projetado na fachada da Câmara Municipal e que irá interagir com a mesma.

Serão, ainda, homenageados funchalenses ilustres, que contribuíram, e ainda contribuem, para a projeção do Funchal e da Região, em Portugal e no mundo.

só restam paredes e recordações doces da Felisberta



A enorme faixa esconde e disfarça as ruínas do edifício que outrora teve uma das mais emblemáticas confeitarias da cidade do Funchal, a Felisberta. O incêndio do verão de 2016 destruiu o pouco que restava e que poderia ligar ao tempo em deliciava todos que lá iam com os bolos existente de fazer crescer água na boca.
Durante muitos e muitos anos a confeitaria que tinha o emblemático armário ao centro onde se podia levantar a tampa e retirar os bolos foi-se degradando. E, nesse período, ninguém lhe restituiu a alma. Até houve quem idealizasse para aquele espaço outra utilização que cortava radicalmente a ligação histórica. Felizmente não foi em em frente numa terra em que se atropela a história sem ressentimentos.
Hoje, do antigo edifício só sobram as paredes. A que vemos aqui e outras interiores que definiam espaços. Daí que mesmo que alguém procure um encontro com o passado as ligações serão muito, muito ténues. De qualquer forma, seria interessante voltar a ter a Felisberta em toda aquela extensão porque uma metade, tanto quanto me recordo, tinha uma utilização diferente. Aliás, ainda se pode ver, apesar da destruição, a separação na parede frontal do edifício com entrada na Rua das Pretas.

a Sé está a mostrar horas diferentes



Não, não é ilusão, estes dois relógios estão a mostrar horas trocadas.
Esta fotografia tem algumas semanas mas o problema subsiste, pelo menos nestes dois mostradores, conforme documenta a fotografia. Arrisco a dizer que está assim desde que a torre da Sé foi recuperada nos trabalhos que terminaram no último verão. Talvez os relógios sejam reparados numa fase posterior. Hi. hi, hi....
Mas, aparentemente, tendo em linha de conta que o atraso é sempre o mesmo, a questão estará em ajustar o ponteiro dos minutos.