
O cais do Carvão está a passar por obras de requalificação, que visam recuperar um bem histórico-cultural da cidade do Funchal. As obras estão a cargo do município da capital da ilha da Madeira e pretendem realizar ações de promoção do património cultural marítimo nomeadamente a colocação de estruturas informativas em várias línguas sobre o funcionamento do uso do carvão como combustível, bem como a realização de atividades educativas, workshops e exposições temporárias ligadas à temática do Mar.
Quando os trabalhos estiverem concluídos, que incluem a recuperação de uma memória do Cais do Carvão: o Pau de Carga, a ideia passa pela realização de diversas atividades de índole cultural, nomeadamente, teatros, concertos de música, cinema ao ar livre, conferências, palestras.
As obras começaram no início de junho e vão prolongar-se até o dia 28 de fevereiro de 2019.

Lá em cima, no alto, à esquerda, vemos um agregado de casas. Era um icónico hotel nas montanhas, o Choupana Hills. Depois de minimizadas as dificuldades económicas, um incêndio nas serras em 2016 ardeu o coração da unidade de 5 estrelas premiada.
Um destes dias do mês de julho houve um leilão para vender o recheio do que restou. Cada vez fica mais longe a recuperação de uma oferta hoteleira única na ilha.

A parte sul da Avenida Zarco está há muito vedada ao trânsito. A exceção são os veículos com acesso ao Palácio de São Lourenço. A abertura aos peões foi alicerçada com eliminação do asfalto e com o nivelamento com os passeios laterais, ligados por pedra.
Nesta parte da avenida existe uma vista privilegiada para o movimento de navios de cruzeiro no Porto do Funchal, que aqui podemos ver, à frente do cais da cidade.














