A Pontinha, no Porto do Funchal, com uma luz e um dia de encantar. Apesar de não existirem navios de cruzeiro no porto, o que é sempre um vazio, esta fotografia captada a partir do navio Lobo Marinho, numa das suas inúmeras viagens de ida-e-volta ao Porto Santo, tem um grande encanto igualmente pelas cores do conjunto enquadrado.
O que aqui vemos é uma quinta madeirense, a do Paço Episcopal, onde está o bispo do Funchal, D. António Carrilho.
Em primeiro plano, sem contar com esta construção recente com ar condicionado escondido no topo, temos ainda, onde vêem o que parecem ser palmeiras ou algo semelhante, o cemitério dos ingleses. Curiosamente, este edifício mais moderno é do que poderemos dizer sinteticamente, de um concorrente da igreja católica.
Admito que poucas pessoas saberão responder à localização desta fotografia. Talvez também não soubesse embora a cor pudesse revelar alguma ponta que me levasse a uma resposta certeira. E a razão do que penso ser a dificuldade prende-se com o lado menos conhecido do edifício. Estou a referir-me à Casa Museu Frederico de Freitas, aqui vista do Miradouro das Cruzes, com grande aproximação.
O navio de cruzeiros Celebrity Eclipse é uma presença com uma regularidade espaçada no Porto do Funchal. Sobressai pelas suas linhas esbeltas.
Aqui podemos ver uma saída da capital madeirense com o normal alisar de águas depois de fazer uma volta à direita de quase 90 graus. É espantosa a evolução tecnológica dos navios de hoje.
A passar na popa do paquete da Celebity Cruises está um barco pneumático, que regressa à marina depois de mais uma viagem para ver cetáceos.
Estas palmeiras alinhadas penso que pouco têm a ver com a ilha. De qualquer forma, elas existem um pouco por toda a ilha. E mesmo nos tempos mais recentes mereceram apostas erradas de novas importações, ainda por cima, ao que parece, vinham com passageiros clandestinos, os escaravelhos, que iriam dar cabo não só dos veículos que as trouxeram como igualmente de outras que danificaram complemente, que já viviam tranquilamente na ilha da Madeira.
Telhados da cidade, com árvores a emergirem entre os telhados. Nesta fotografia sobressai uma chaminé antiga que penso ser da antiga confeitaria Lua, na Rua da Carreira.
Na referida chaminé vemos o que parecem ser degraus, o que, a ser assim, seriam um desafio para quem a tinha de subir esta escada.



