
Há navios muito estranhos como este que esteve há umas semanas na Madeira.
Evidentemente que estou a ironizar. O que esta fotografia mostra é uma mistura saudável entre o navio de cruzeiros AIDAprima, atracado no Porto do Funchal e, na base, vemos parte do edifício da Gare Marítima da Madeira.
Ontem foi o 2.º dia do espetáculo piromusical do Festival do Atlântico 2018, com o fogo-de-artifício lançado pela surpreendente África do Sul.
Relax durante a escala do navio de cruzeiros AIDAluna no Porto do Funchal. Há que contemplar a cidade que se estende do mar às montanhas lá no alto, até onde a vista alcança.

A Praia Formosa tem conseguido resistir às investidas do homem que tanto tem sabido preservar a cidade e a ilha como igualmente estragar o que de bom e autêntico existe.
A Rua das Pretas tem um nome que ofusca o encanto que consegue oferecer a quem passa através dos inúmeros edifícios antigos, muitos fechados com a sua história, sem vida. Outros renasceram com outra alma mas mantiveram o corpo que os molda há décadas. A rua mantém a traça desde 1560.
E, depois, lá no topo da rua, temos a igreja de São Pedro, que aqui podemos ver ao centro da fotografia.
E porque escrevo que a rua tem um nome que não a prestigia? Pois, uma das leituras que reúne mais consensos em relação à origem do nome é que ali, naquelas magníficas casas, viviam famílias abastadas que tinham ao ser serviço empregadas negras. Enfim...
O dia 9 de junho assinalou o 1.º espetáculo pirotécnico inserido no Festival do Atlântico 2018 na cidade do Funchal. A produção esteve a cargo da Áustria que ao longo de 20 minutos apresentou um fogo-de-artificio consistente, mas que não surpreendeu.

A cidade do Funchal pode ser apreciada de muitos ângulos, que proporcionam belezas ímpares.

O rooftop do Sé Boutique Hotel tem programado para este verão sessões de cinema ar livre.

Árvore em terra, na Praia Formosa, talvez trazida um dia pelo mar...