O cais do Carvão está a passar por obras de requalificação, que visam recuperar um bem histórico-cultural da cidade do Funchal. As obras estão a cargo do município da capital da ilha da Madeira e pretendem realizar ações de promoção do património cultural marítimo nomeadamente a colocação de estruturas informativas em várias línguas sobre o funcionamento do uso do carvão como combustível, bem como a realização de atividades educativas, workshops e exposições temporárias ligadas à temática do Mar.
Quando os trabalhos estiverem concluídos, que incluem a recuperação de uma memória do Cais do Carvão: o Pau de Carga, a ideia passa pela realização de diversas atividades de índole cultural, nomeadamente, teatros, concertos de música, cinema ao ar livre, conferências, palestras.
As obras começaram no início de junho e vão prolongar-se até o dia 28 de fevereiro de 2019.

Esta montra, da Leodecor, na Rua da Mouraria, apresenta sempre peças que brilham pela sua singularidade.

A Praia Formosa é um dos espaços da cidade que tem resistido aos tempos. Esta fotografia foi obtida do interior de um restaurante, do qual é visível a esplanada, o mar e um navio de cruzeiros que deixou o Porto do Funchal, depois de mais uma escala.

As iluminações led chegaram ao espaço público há muito tempo. Mas, neste caso particular, na Rua das Pretas, este conjunto, que mantém a traça do original, tem pouco tempo.

Flores, sempre flores na cidade e na ilha que cativa.

O interior da igreja de São Pedro guarda alguns quadros como este, à esquerda de quem está voltado para o altar.

Flores que encantam na ilha das flores, esta mesma que há muitos anos é a Pérola do Atlântico

Rega no relvado do Estádio do Marítimo, onde joga a equipa de futebol do Marítimo, campeã de Portugal em 1926.