
Há anos que o edifício que sobressai nesta fotografia se chama Escola Secundária Jaime Moniz. No entanto, vai continuar a ser para muitos, onde me incluo, o Liceu de Jaime Moniz. Aliás, ainda ostenta essa designação na entrada principal, o que não deixa de ser curioso.

Um dia destes vi esta banheira antiga sobre a relva no Colégio dos Jesuítas, ao subir a Rua do Castanheiro. Desconheço o propósito, mas a verdade é que deixou algumas pessoas a se interrogarem acerca daquele quadro.
Hoje é um dia como outro do ano, no qual, como em todos, milhares de pessoas fazem anos.
Esta obra, feita de pedras na Praia Formosa, pode evidenciar o acumular dos anos numa união que procura cimentar a vida o mais longe possível. O esqueleto está pronto, embora sempre possa ser reforçado na base para dar ainda mais consistência.
Depois é ir preenchendo com mais pedras até que o tempo não desmorone o que a nossa sede de viver procura prolongar em cada momento.
Numa cidade com tanto mar, as atividades náuticas são uma constante todos os dias.
A Ladeira da Casa Branca é única na cidade. Íngreme e ladeada de quintas madeirenses.
Há dias publiquei um post com a fotografia do mural idealizado e pintado em 2017 pelo artista plástico argentino, radicado na Madeira, Marcos Milewski. Era ‘A Baleia’, pintada numa das laterais do auto-silo do Campo da Barca.
Nesse mesmo ano, o artista fez outra pintura no outro lado, a que deu o nome ‘A cauda da Baleia’, e que hoje aqui publico.
Cai a noite na cidade que se prepara para descansar para mais um novo dia.
Em algumas zonas da Praia Formosa, as falésias evidenciam alguma debilidade no topo devido as caraterísticas geológicas do terreno.
O Porto do Funchal ostenta em toda a sua extensão imensas pinturas como esta de 2017 do veleiro Americo Vespucci que passou pela ilha. Infelizmente, algumas estão a perder a batalha com o sol e o tempo. Mas outras existem que teimam em manter-se belas para encantar quem passa e as aprecia.