Apesar de ser uma estreia no Porto do Funchal, o navio de cruzeiros Columbus já navega desde 1988, quando começou como Sitmar FaiyMajesty, para a Sitmar Cruises. Hoje pertence à Cruise & Maritime Voyages.
De evidenciar que o navio já tinha "estreado" na Madeira como Arcadia, quando navegava para a P&O, e depois como Ocean Village, quando pertencia à Ocean Village Cruises.
Entre o conjunto edificado que vemos nesta fotografia sobressai a abandonada Capela de São Paulo, com entrada na Rua da Carreira. De notar a geometria incomum do edifício que se encontra à direita, depois do portão de acesso ao templo.
Uma jovem relaxa no Cais do Carvão, ladeada por um mar azul tranquilo. Ao fundo, onde se podem ver guarda-sóis, é a grande o Clube Naval do Funchal, com um dos vários acessos ao mar.
Uma vista deslumbrante de um dos quartos do hotel Fourviews Baía, com um amanhecer de um dia de verão que nasce na cidade do Funchal.
O título deste post resume a fotografia que dispensa mais achegas. Na realidade, flores são flores e não vale a pena estragar o belo quadro.
Uma porta pintada com arte na Zona Velha num edifício tosco mas que permite ao conjunto sobressair alguma beleza.
O navio de cruzeiros Deutschland, atracado no terminal norte do Porto do Funchal, com o zoom, parece estar amarrado ao hotel The Vine, do qual ainda se consegue ver parte da piscina, lá no topo, e algumas cadeiras.
Os jardins da Quinta Vigia, antiga Quinta das Angústias, continuam bem cuidados. Como sempre. No entanto, com o novo Governo foram introduzidas duas alterações que considero terem sido um passo atrás.
Em primeiro lugar, passou a custar 1€. Não é pelo valor que se deixa de visitar o jardim que antes tinha entrada gratuita, mas pela decisão que trava as entradas pela obrigação de ir pagar aquele montante. E, além disso, creio que o dinheiro arrecadado talvez nem dê para alimentar as aves do jardim. Mas são decisões.
Em segundo lugar, há outra coisa pior. Antes, a entrada fazia-se seguindo sempre em frente, passando pelo acesso ao edifício onde está o presidente do Governo Regional. Agora, esta passagem está vedada ao público.
O acesso ao jardim, aos pagantes, faz-se por um caminho à esquerda da entrada na quinta, que até nem é feio. O problema está no final, num improvisado caminho em que é necessário passar de placa de cimento em placa de cimento, o que, em dias de chuva como o que estava no dia em que fiz esta fotografia, a terra quase se confunde com as placas e ficamos com os sapatos sujos. Não é um acesso digno de um espaço daqueles mesmo em dias em que não está chuva, que, felizmente, não são tão frequentes na Madeira.
Uma árvore em flor junto ao edifício da Cruz Vermelha, no Largo Severiano Ferraz, mais conhecido precisamente por Largo da "Cruz Vermelha". A fotografia tem algum tempo e esta árvore já não está assim vistosa e imponente. Está com as folhas todas verdes.
Uma manhã de sol num dia que se adivinha bonito na capital da ilha da Madeira.
A fotografia foi conseguida numa partida do navio Lobo Marinho para o Porto Santo, a ilha que liga diariamente desde a cidade do Funchal.