o outro lado: ‘A cauda da Baleia’

 
Há dias publiquei um post com a fotografia do mural idealizado e pintado em 2017 pelo artista plástico argentino, radicado na Madeira, Marcos Milewski. Era ‘A Baleia’, pintada numa das laterais do auto-silo do Campo da Barca.
Nesse mesmo ano, o artista fez outra pintura no outro lado, a que deu o nome ‘A cauda da Baleia’, e que hoje aqui publico.

cai a noite

 
Cai a noite na cidade que se prepara para descansar para mais um novo dia.

debilidades

 
Em algumas zonas da Praia Formosa, as falésias evidenciam alguma debilidade no topo devido as caraterísticas geológicas do terreno.

pinturas que testemunham passagens

 
O Porto do Funchal ostenta em toda a sua extensão imensas pinturas como esta de 2017 do veleiro Americo Vespucci que passou pela ilha. Infelizmente, algumas estão a perder a batalha com o sol e o tempo. Mas outras existem que teimam em manter-se belas para encantar quem passa e as aprecia.

a cidade que abraça

 
O navio de cruzeiros aproxima-se suavemente da cidade que o espera com o seu imenso anfiteatro como quem abre os braços para acolher que chega.

flores que cativam

 
As flores estão sempre presentes nos recantos da cidade, como aqui, na entrada do Museu Quinta das Cruzes. Ao longe, ainda se consegue ver a torre da igreja de Santa Clara, que integra o Convento de Santa Clara.

o Casino da Madeira

 
O edifício do Casino da Madeira tem uma arquitetura peculiar, idealizada pelo arquiteto brasileiro Óscar Niemeier.

árvores que pintam a bandeira do Funchal


Milhares de madeirenses e estrangeiros passam todos os dias debaixo das árvores que se perfilam ao longo das avenidas Arriaga e Zarco, na cidade do Funchal. Uma boa parte apercebe-se das cores das suas flores quando começam a florescer nesta altura do ano tal a constância das mesmas árvores e, consequentemente, da mesma cor.
Mas poucos sabem que aquelas árvores, jacarandás, de flor roxa, e tipuanas, de flor amarela, foram alinhadas com um propósito na primeira metade do século anterior, associado ao Plano de Urbanização do arquiteto Ventura Terra. O amarelo das tipuanas que pincelam a Avenida Zarco (desde o Largo da Igrejinha, até a Avenida do Mar e das Comunidades Madeirenses) cruza na estátua de João Gonçalves Zarco com o roxo dos jacarandás que se encontram no passeio central da Avenida Arriaga (desde o Largo D. Manuel I, mais conhecido por Largo da Sé, até à Rotunda do Infante).


A ideia central foi sobressair naquelas cores, nestas avenidas centrais da cidade as que constam na bandeira da capital da ilha da Madeira, concretamente o roxo, numa referência ao vinho, e o amarelo, em homenagem ao açúcar, que foi o ouro branco da ilha.
No entanto, interligar o resultado do projeto idealizado há dezenas de anos não se afigura fácil na medida em que poucos edifícios em altura permitem vislumbrar essa perspetiva. Daí, talvez se verificar um desconhecimento do que está na origem do cruzamento daqueles árvores e das suas coloridas flores.

as janelas verdes

 
Olhei para este lugar e imaginei a vida ou as vidas que já olharam por aquelas janelas. Imaginei igualmente as horas de trabalho que homens talentosos dedicaram a erguer aquela casa na zona velha da cidade.
Tudo se esfumou e a vida humana deu lugar à vegetal que parece brotar daquelas janelas com aquele imenso verde que contrasta com o amarelo da casa.

o raio de luz

 
O raio de luz que ilumina parte da cidade. 

as bandeiras no porto

 

Uma fotografia com várias bandeiras. Além da madeirense, que está no porto, o navio de cruzeiros Oriana evidencia, ou ilustra, duas outras, a do Reino Unino, na proa, e da P&O, no topo da frente do paquete.
Curiosamente, a bandeira da Região Autónoma da Madeira em lugar da cruz vermelha, devido à oscilação do vento, parece mostrar duas letras: P e L.

ângulos da cidade

 
A cidade é igual mas apresenta-se sempre diferente consoante os ângulos em que a contemplamos.

a beleza da simplicidade

 
A simplicidade muitas vezes tem os seus encantos como evidencia esta fotografia na Rua dos Aranhas, do outro lado da entrada principal do centro comercial La vie.

noites encantadas

 

A cidade do Funchal tem outro encanto quando a noite cai,

os sinos que passaram a tocar diferente

 
Sinos da Sé do Funchal, visto de leste. 

a ponta da Pontinha

 
Hoje este lugar está mais seguro, depois dos Portos da Madeira terem colocado uma barreira à direita. Apesar de atualmente ser de acesso limitado, é frequentado pelos entusiastas de navios.

o hotel com o nome do ícone da cidade

 
O topo do Sé Boutique Hotel mostra a cidade de outras persptivas, como esta em que temos para a Sé do Funchal, ali mesmo ao lado.

detalhe na Praia Fomosa



 
A Praia Formosa é um núcleo único na ilha da Madeira. Tem conseguido manter a sua traça ao longo dos anos sem que a intervenção que desfigurou outros espaços da ilha tenha ali chegado. Em grande parte porque a maioria dos terrenos estão nas mãos de privados. E se é verdade que não fazem nada nos seus terrenos também não é menos verdade que não estragam nem deixam que o façam.

cores e texturas

 

Combinação de cores lá no alto da promenade entre a Praia Formosa e Câmara de Lobos.

o raio que ilumina a fim de tarde

 
Nem sempre acontece. É mais comum suceder com o nascer do sol, mas, por vezes, acontecem situações como estas no por-do-sol, com um raio de sol que encanta o final do dia.

A Baleia de Marcos Milewski


 

Este mural foi idealizado e pintado em 2017 pelo artista plástico argentino, radicado na Madeira, Marcos Milewski. Fica numa das laterais do auto-silo do Campo da Barca e constitui uma obra de arte de grande dimensão. Chama-se ‘A Baleia’.
Posteriormente, o artista fez outra pintura no outro lado, a que deu o nome ‘A cauda da Baleia’.

flores no telhado

pérolas da cidade



 

A fotografia mostra construções que sobressaem na cidade. A começar pelo Museu de Arte Sacra, com a parede toda coberta de azulejos. Logo atrás vemos a torre da igreja do Colégio. E, no seu topo, está o antigo paiol.
Mas à esquerda, encontra-se um hotel relíquia, o Monte Carlo.

chegada ao paraíso


 
Mais um navio de cruzeiros chega ao Funchal depois do piloto entrar a bordo e coordenar a entrada no porto.

homenagem à bordadeira madeirense

 
Os jardins do Instituto do Vinho, do Bordado, e do Artesanato da Madeira. À direita podemos ver a estátua de Pedro dos Anjos Teixeira, de 1986, uma homenagem à bordadeira madeirense. 

vistas da cidade

 
A cidade com a igreja da Boa Nova em evidência.

o porto que acolhe

 
Esta fotografia mostra o Porto do Funchal e a sua capacidade acolhedora, e igualmente três navios. Em primeiro plano, o Alexander von Humboldt II, um veleiro elegante, visita regular da Madeira. À sua proa vemos parte do navio de cruzeiros AIDAblu, um repetente nas escalas de inverno nesta zona do Atlântico. E, lá na frente, o novo MSC Seaside, que fez a sua estreia na Madeira mas que não tem agendada mais nenhuma passagem pela ilha. Navega pelas Caraíbas.

o Funchal visto de outro ângulo

 
Um ângulo diferente da cidade, em Santo António.

contemplar a cidade na partida

 
 Interessante zoom para a parte posterior do navio de cruzeiros Costa Favolosa numa das suas saídas do Porto do Funchal. Além de alguns turistas que, descansadamente, contemplam a cidade que visitaram a partir das suas cabines na popa e no lado esquerdo (bombordo), outros aproveitam as áreas públicas daqueles quatros decks para o fazerem.

a árvore em flor e a fortaleza

 
Gostei desta fotografia onde enquadrei uma bonita árvore em flor e a Fortaleza de São João Baptista do Pico.

enquadramentos na avenida Arriaga

 
Combinações da cidade num enquadramento que procura interligar espaços diferentes a partir do passeio central da Avenida Arriaga.